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Inteligência artificial no saneamento: Conheça aplicações no controle de perdas de água

A previsão da demanda hídrica de uma cidade com horas de antecedência já é uma possibilidade concreta. A EBS, empresa especializada em soluções para o saneamento básico, acompanha a utilização da inteligência artificial para auxiliar na operação dos sistemas de abastecimento e esgotamento sanitário. A tecnologia permite a transformação de grandes volumes de dados em decisões mais rápidas e precisas.

Essa mudança se baseia na digitalização do setor. Sensores, telemetria, hidrômetros e sistemas geram informações sobre o comportamento das redes, reservatórios e estações. Algoritmos identificam padrões que seriam difíceis de perceber manualmente, fazendo isso de forma contínua, acompanhando a operação em tempo real.

Entenda a seguir como a inteligência artificial funciona aplicada ao saneamento, em quais frentes ela já gera resultados e quais condições sustentam uma adoção consistente da tecnologia pelos operadores.

De que forma os algoritmos transformam dados operacionais em aprendizado?

O aprendizado de máquina é fundamentado em séries históricas. Um modelo treinado com dados de consumo, temperatura, dia da semana e eventos sazonais, por exemplo, aprende a relação entre essas variáveis e passa a estimar a demanda futura com boa precisão. Quanto mais extensa e consistente a série, mais confiáveis tendem a ser as previsões.

Outra família de técnicas foca na detecção de anomalias. Nesse caso, o algoritmo aprende o comportamento considerado normal de um setor da rede ou de um equipamento e sinaliza desvios, como variações atípicas de pressão ou vibração fora do padrão em um conjunto motobomba. Dessa forma, a equipe técnica pode avaliar a situação antes de qualquer impacto no serviço.

Na avaliação de empresas especializadas em soluções para saneamento básico, como a EBS, a qualidade das informações recebidas constitui um aspecto fundamental. O cadastro técnico deve ser mantido atualizado, a medição deve ser realizada com precisão e a integração entre os sistemas é fundamental para que modelos, por mais sofisticados que sejam, entreguem resultados úteis à operação.

EBS Empresa Brasileira De Saneamento Ltda
EBS Empresa Brasileira De Saneamento Ltda

Quais tecnologias estão ganhando relevância na operação de água e esgoto? 

Com dados organizados, a inteligência artificial passa a atuar em diferentes etapas do ciclo do saneamento. Entre as frentes que mais avançam no setor estão:

  • Previsão de demanda: estima o consumo por setor e por horário, orientando a programação de bombeamento e o nível ideal dos reservatórios.
  • Otimização energética: combina previsão de demanda e tarifas de energia para definir quando acionar cada bomba, reduzindo custos sem afetar o abastecimento.
  • Manutenção preditiva: analisa vibração, temperatura e corrente elétrica de equipamentos para antecipar intervenções e ampliar a vida útil dos ativos.
  • Controle de processos em estações: ajusta a dosagem de coagulantes em ETAs e a aeração em ETEs conforme a variação da água bruta e da carga de esgoto.
  • Apoio ao controle de perdas: cruza dados de vazão noturna, pressão e consumo faturado para priorizar áreas de pesquisa de vazamentos.

Tais soluções conectam inovação tecnológica à eficiência operacional, campo no qual atua a EBS – Empresa Brasileira de Saneamento. Para mais informações sobre as soluções da empresa, acesse ebs.eng.br. Em comum, todas transformam dados já disponíveis na operação em subsídios práticos para a tomada de decisão.

O processo de adoção geralmente se dá de maneira sequencial e sistemática, com o início em projetos-piloto que tenham objetivos bem delineados e indicadores de resultado previamente definidos. Esse percurso possibilita a validação dos modelos em escala reduzida, a capacitação das equipes e a ampliação da utilização da tecnologia de maneira segura e mensurável.

Decisões mais rápidas e serviço mais estável

Em suma, a inteligência artificial aumenta a capacidade das equipes de antever cenários, adaptar processos instantaneamente e alocar recursos conforme o retorno. O retorno financeiro é evidenciado pelo uso mais eficiente da energia, pela otimização do consumo de produtos químicos e pela melhoria na prestação de serviços à população.

Diante das metas de universalização, que exigem simultaneamente expansão e eficiência, as ferramentas analíticas tendem a se tornar parte integrante do planejamento do setor. Em consonância com o processo de modernização supervisionado pela EBS, a integração entre engenharia sanitária e ciência de dados indica a implantação de sistemas de abastecimento mais inteligentes, sustentáveis e adequados ao crescimento das cidades.

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